domingo, 23 de outubro de 2011

REDES SOCIAIS

As redes sociais podem operar em diferentes níveis, como, por exemplo, redes de relacionamentos (facebook, orkut, myspace, twitter), redes profissionais (LinkedIn), redes comunitárias (redes sociais em bairros ou cidades), redes políticas, dentre outras, e permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir o capital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.As redes sociais tem adquirido importância crescente na sociedade moderna. São caracterizadas primariamente pela autogeração de seu desenho, pela sua horizontalidade e sua descentralização.Um ponto em comum dentre os diversos tipos de rede social é o compartilhamento de informações, conhecimentos, interesses e esforços em busca de objetivos comuns. A intensificação da formação das redes sociais, nesse sentido, reflete um processo de fortalecimento da Sociedade Civil, em um contexto de maior participação democrática e mobilização social.

terça-feira, 13 de julho de 2010

pingo lição de vida

Eita cachorro esperto,brincalhao,amavel e de bem com a vida.As pessoas achavam que ele tinha puchado a mim que de tudo faço piada e assim vou vivendo sem sofrer.10 anos se foram de alegria.Vou a noite beber agua na cozinha 3 a 4 veses e em todas ele me acompanhava com olhos vermelhos e semi acordado,brincava eu vai dormir Pingo e ele acenava o rabo com alegria Certo dia fui passear com ele e quando menos espero ele cai e desmaia,foi ai que descobri que ele tina um problema de coração a valvula mitral degenerando.Foi ai que começou minhas inumeras idas e vindas ao veterinario que fez com que eu visse que meu cão tava idoso ,primeiro tive pena sentimento que depois passou e começei a ter cuidados mil.Veio auela receita com 8 remedios alguns de pressao outros do coraçao que nao serviram e le em pouco tempo se foi.foi-se alegre no dia de sua morte ele sabia e me olhava com certa disrancia talvez pensando vou te deixar e se foi.Grande dor senti e ate aqui nesse momento choro.A dor ainda vive em mim nao se foi.Eita bichinhosgente quue falta me faz.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ser a outra ou o outro

Ser a outra é melhor do que ser a traída? Matriz ou filial? Antes de responder a essa pergunta, investigamos por que os homens acham que a grama do vizinho é mais verde. Para o consultor de relacionamentos André Aguiar Marques, autor do livro “Não Existe Mulher Difícil” (Editora Jardim dos Livros), homens podem dividir-se em três grupos: maduro, imaturo e convicto. “O maduro é o que pode ser fiel, pois já vivenciou experiências suficientes e está disposto a encarar um relacionamento sério. Já o imaturo tem os dois lados: pode ser responsável ou não, dependendo da pressão que a mulher exerce e da sinceridade existente no casamento. E, por último, o convicto: o tipo de homem que é ótimo marido e ótimo amante. Trata bem a companheira, cuida da casa, dos filhos e dos amigos e ainda arruma tempo de cuidar bem da vizinha”, revela.
Vantagens
Para a amante M.V., 27 anos, a vida está boa assim. Ela tem um affair com um “convicto” casado há mais de 15 anos, que a mantém financeiramente. “Ele me ajuda a manter minha casa e meus gastos fixos enquanto eu gasto meu dinheiro investindo em minha profissão e meu lazer, já que nos vemos apenas de segunda a quinta”, diz. Afinal, quando não há envolvimento amoroso, há muitas mulheres que preferem um relacionamento sem compromisso a um engessado. “Gosto dessa vida porque de sexta a domingo estou livre e não posso prometer exclusividade a alguém que já é casado”, conta. Para a estudante de direito, não há futuro nessa relação, mas ela não se preocupa com isso. M. V. só pensa em juntar dinheiro para morar fora do Brasil em alguns anos.
A falta de confiança é uma grande desvantagem em ambos os casos de traição. As pessoas tendem a não confiar em outra que está traindo, pois imaginam que esta pessoa pode trair você também se tiver oportunidadeAndré Aguiar Marques, consultor de relacionamentos
Desvantagens
Há, no entanto, o lado mais difícil da vida de amante: quando ele ou ela se apaixona verdadeiramente e paralisa a vida em função do amado ou da amada, alimentando uma ilusão a cada dia. “Namoro um homem há quatro anos; ele é casado há cinco. Sempre promete que vai largar a mulher, mas alega que é muito complicado. Ela sabe sobre nós, mas finge não saber. Certa vez, ela me telefonou apenas para informar que sabe. E vivo nessa: esperando que um dia a sorte venha para meu lado. O pior de tudo? Sou fiel. Não saio, não conheço outras pessoas, não vivo; ou melhor, vivo em função do momento em que ele aparece”, confessa a tradutora J. L., 34 anos, do Rio de Janeiro.
O lado dele
O especialista em relacionamentos André Aguiar Marques analisa: “A amante não fala sobre as contas atrasadas, o carro que quebrou, a sogra que está doente, aquela tia do interior que insiste em passar um final de semana em casa. A amante se preocupa em aproveitar os poucos momentos que tem com o rapaz e, além de tudo isso, em muitos casos, se preocupa mais com a ‘embalagem’. Ela satisfaz sexualmente o amado e pronto”, explica Marques.
O lado dela
Mas as moedas de troca são bem diferentes quando mudamos o foco. O homem, muitas vezes, tem uma amante porque é “comum” para o macho alfa trair. Já a mulher, geralmente, vai procurar fora o que não tem dentro de casa, principalmente quando ela se sente desvalorizada ou o homem está ausente demais. “Viramos irmãos dentro da nossa casa e não tínhamos mais um relacionamento marido e mulher. E meu companheiro de trabalho começou a me elogiar, a conversar, a cortejar. Percebi o que não tinha em casa: um homem viril ao meu lado, que me desejasse como mulher. Encontrei isso no colega de empresa, também casado. Saímos por sexo durante dois anos e nunca ninguém soube. Terminamos, eu saí da empresa e nunca mais nos vimos. Valeu pela experiência, mas não recomendo a traição. Nunca me imaginei nessa situação e, hoje, em outro casamento, prezo a vida sexual ativa acima de tudo para manter ao máximo a fidelidade de ambos”, conta a dentista R. M., 32 anos, de São Paulo.Antes amante do que mal acompanhada
Para a antropóloga Mirian Goldenberg, autora do livro “A Outra, A Amante do Homem Casado” (Editora BestBolso), a situação de ser ou ter amante no país é muito mais real do que imaginamos. “As ‘outras’ imaginam que a pior situação é a da esposa, que não tem uma vida sexual com o marido nem outros prazeres que não sejam afazeres. Em contrapartida, preferem ser as ‘outras’ a ficarem sós, mas preferem ser sós a mal acompanhadas por um marido infiel”, verbaliza.
O problema é mais social que emocional. Vivemos um momento em que o bacana é trair, segundo a novela das oito, ou enganar a família como nos filmes de Hollywood. “Todos sabem o que é certo ou não. Sair com várias pessoas e ter uma vida de aventuras é válido, desde que isso não torne a vida da pessoa que se tem em casa um inferno. Casamento é algo sério e requer cumplicidade, afinal um dia ou uma noite você pode estar do outro lado do balcão: em vez de trair, pode ser traído. Já pensou nisso?”, enfatiza Marques.
Cinco dicas para evitar a traição (para mulheres)
Cuide-se e ame-se acima de tudo
Seja vaidosa e nunca deixe a peteca cair
Invista em uma lingerie nova pelo menos a cada mês
Surpreenda o rapaz com um jantar romântico ou uma fugidinha ao motel
Mostre a ele que você ainda é desejada por outros homens, seja comentando sobre algo do trabalho, seja se produzindo bastante para irem a um bar numa noite
Cinco dicas para evitar a traição (para homens)
Elogie sua mulher sempre
Pelo menos uma vez, acompanhe-a ao shopping e ofereça um presente para que ela escolha
Mostre-se interessado sobre o trabalho ou a rotina dela
Vez ou outra, mande um torpedo de celular carinhoso
Seja atencioso e procure ler sobre sexo para satisfazê-la com surpresas, como uma massagem nas costas regada a muito óleo ou um convite para jantar seguido de motel

poliamor

João ama Ana, que ama Roberto, que ama Jussara, que ama João. Essa ciranda do amor parece até saída de uma poesia ou canção, mas é usada aqui para ajudar a entender o poliamor. Trata-se de uma maneira diferente de se relacionar, que recusa a monogamia e permite amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Quem segue o poliamor, ama e é amado por mais de uma pessoa, mas os poliamoristas garantem que nada tem a ver com promiscuidade. Nesse tipo de relação, não há traições: todos os envolvidos sabem e concordam com a não exclusividade do parceiro e vivem de maneira responsável e profunda seus amores. “Não há ciúme, pois não há medo de perder”, diz a psicoterapeuta e sexóloga Regina Navarro Lins, autora do livro “A Cama na Varanda” (Editora Best Seller), do Rio de Janeiro, que dedica um capítulo ao assunto. Veja aqui no que os poliamoristas acreditam.
O assunto é polêmico e mais conhecido do que se imagina. No Google, por exemplo, há 171 mil resultados para a palavra poliamor, enquanto no Orkut, pode-se encontrar 14 comunidades. Mas, antes de tudo, é bom diferenciar poliamor de outros tipos de relacionamento, como relação aberta, poligamia e swing.
Diferenças
Na relação aberta, o casal não faz pacto de exclusividade, mas os códigos continuam sendo de um casal: geralmente um não quer saber sobre os parceiros do outro. Nesse tipo de relacionamento, os casos extraconjugais estão mais ligados ao sexo.
A poligamia, em que se permite o casamento com mais de uma pessoa, divide-se em duas vertentes. A mais comum é a poliginia - casamento de um homem com várias mulheres. Já a poliandria - casamento de uma mulher com vários homens - é mais restrita e menos aceita.
No swing, ou troca de casais, o envolvimento é puramente sexual. Inclusive, há regras para que não passe disso e invada a esfera emocional. “O swing é para poucos. É preciso ter uma estrutura psicológica especial e forte para se relacionar dessa maneira”, analisa o psicólogo paulista Ailton Amélio da Silva, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP) e autor do livro “Para Viver um Grande Amor” (Editora Gente), que vai ministrar a palestra gratuita “Estilos de Amor”, no próximo dia 10 de junho, na USP. Mais informações no blog http://ailtonamelio.blogspot.com/.
Quem já viveu formas diferentes de amar corrobora a afirmação do especialista. O militar, fotógrafo e escritor Samuel*, 43 anos, divorciado, praticava swing quando era casado, mas sentiu falta de demonstrações de carinho, e isso o incomodava. “Percebi que eu era capaz de gostar de mais uma mulher, dar e receber carinho. Comecei a viver o poliamor depois que me separei e hoje tenho uma parceira, a principal, e uma ou outra secundária”, conta. Leia aqui seu depoimento.
Já o vendedor Bruno*, 25 anos, nem conhecia o termo poliamor quando namorava uma garota e outro rapaz. “Passamos três meses juntos: saíamos para barzinhos, íamos a motéis. Mas ele ‘surtou’ e caiu fora”, conta. No entanto, Bruno garante que não vai desistir desse tipo de relacionamento. “Acho que existem pessoas que pensam dessa maneira. Não fico correndo atrás, mas quando encontro alguém interessante comento sobre minha posição. Não quero enganar ninguém”, afirma.
Poliamor x casamento
Segundo a sexóloga Regina Navarro Lins, estamos vivendo profundas transformações. Uma delas, e muito importante, é a quebra de paradigmas em relação ao amor romântico, que prega a fusão entre os amantes em uma coisa só, a tal da alma gêmea. “Hoje, a busca do ser humano é para dentro si a fim de desenvolver sua própria vida. E o amor romântico e idealizado bate de frente com essa postura atual”, diz. E completa: “A exclusividade nos relacionamentos está saindo de cena para dar lugar a novas maneiras de amar, como o poliamor”.
O psicólogo Ailton Amélio da Silva não acredita que o poliamor seja possível na prática para todos. “Na história da humanidade, não foram encontradas culturas em que não haja uma forma de casamento. Relacionamentos e filhos são regulados de alguma forma”, afirma. Ele cita o Atlas Murdock, em que são localizadas no mapa-múndi as várias formas de “casamento” nas culturas: poligamia, monogamia, casamentos arranjados, iniciação sexual pela mãe etc. Foram listadas cerca de 1200 sociedades, das quais, 800 privilegiam a poligamia (apenas sete culturas seguem a poliandria).
“Onde prevalece a monogamia, no entanto, há infidelidade”, afirma Silva. Estima-se que nessas sociedades 10% dos filhos não são do pai presumido. “As culturas monogâmicas adotam medidas, às vezes radicais, para coibir a traição, mas não adianta”, analisa. Mesmo assim, o psicólogo afirma que é a favor da fidelidade. “Quem se compromete com alguém não deixa de ver, desejar ou perceber outras pessoas. Mas o custo benefício da infidelidade não vale a pena, embora tenhamos propensões a ela. Por outro lado, temos mecanismo para ser monogâmicos, como o amor”, afirma.

sábado, 7 de novembro de 2009

FERAS FELINOS PODER MEDO CHEIRO PELE...

A vida vai ensinando a gente a conhecer certas espécies especiais de feras. Hehehehehe
Já domei e dominei alguns grandes felinos e já fui severamente atacado e devorado por outros tantos. É uma mistura tão alucinante de poder e medo, de domínio e respeito, de cheiro e pele, que chega um ponto que a gente não consegue mais deixar a Savana, espreitando a caça com perigosos olhos cor de mel...e o resto é faro, força e fome...
Intrigante...

sexta-feira, 26 de junho de 2009

MORRE MICHEL JACKSON POR EXCESSIVA DOSE DE DEMEROL

Ate musica ele fez sobre o Demerol.estava dependente .A seguir trecho da musica sobre o Demerol:

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Na letra, Michael Jackson sugere que o paciente feche os olhos e conte até dez. Em seguida, descreve um paciente tentando convencer a enfermeira e dobrar a dose do medicamento. Segundo o tabloide inglês "The Sun", a possível causa da morte seria uma dose excessiva do remédio.



Tradução de duas estrofes

Relaxe, isso não irá machucá-lo
Antes de eu colocar isso em você
Feche os seus olhos e conte até dez
Não há necessidade de se sentir desencorajado
Feche os olhos e flutue para longeDemerol, Demerol
Oh, Deus, ele está tomando Demerol
Demerol, Demerol
Oh, Deus, ele está tomando Demerol



Ele está se esforçando para tentar convencê-la
Para dar a ele uma dose maior
Hoje ele quer o dobro
Não chore, eu não vou magoar você
Ontem, você conquistou a confiança dele
Hoje ele está tomando o dobro
Demerol, Demerol
Oh, Deus, ele está tomando Demerol
Demerol Demerol
Ele está tomando o seu Demerol
Ooww!


Música na íntegra

He got flat, baby
Kicked in the back, baby
A heart attack, baby
I hate your power

A hot bitch, honey
He dug the ditch, baby
You make me sick, baby
So unreliable

I’m such a swine, baby
All down the line, debby
I hate your kind, baby
So unreliable

A hot buzz, baby
He want the buzz, baby
Another drug, baby
You don’t deserve it

Trust in me
Trust in me
Put all your trust in me
You’re doin’ morphine

"You heard what the doctor said?"

He got the place, baby
Kicked in the face, baby
He hate your race, baby
You’re not a liar

You’re every lick, baby
Your dog’s a bitch, baby
You make me sick, baby
You talk survival

She never come for me
She never want, baby
I got you up, baby
You’re just a rival

Always a play, daddy
Right up your league, debby
You’re throwin’ shade, daddy
So undesirable

Trust in me
Just in me
Put all your trust in me
She doin’ morphine
Go on, baby

Relax, this won’t hurt you
Before I put it in
Close your eyes and count to ten
Don’t cry, I won’t convert you
There’s no need to dismay
Close your eyes and drift away
Demerol, Demerol
Oh God, he’s taking Demerol
Demerol, Demerol
Oh God, he’s taking Demerol

He’s trying hard to convince her
To give him more of what he had
Today he wants it twice as bad
Don’t cry, I won’t resent you
Yesterday you had his trust
Today he’s taking twice as much
Demerol, Demerol
Oh God, he’s taking Demerol
Demerol, Demerol
Oh my, he’s got his Demerol
Ooww!

"You heard what the doctor said?"

He got shit, baby
Your dog’s a bitch, baby
You make me sick, baby
You are a liar
He shoot the game, daddy
Deep in the pain, baby
You’re all the same, baby
You’re so reliable

Trust in me
Trust in me
Put all your trust in me
She’s doin’ morphine

You just sit around
You’re talkin’ of it
You’re takin’ morphine
Go on, baby
You just sit around
Try talkin’ about it
You’re takin’ morphine
Just sit around
Just talkin’ nothin’ about it
She takin’ morphine
You just sit around
You talkin’ about it
You’re takin’ morphine
You just sit around
Just talkin’ nothin’
And takin’ morphine
Somethin’s goin’ down, baby
You’re talkin’ morphine
Go on, baby
Morphine
Do it
She’s takin’ morphine
Morphine
Morphine

quarta-feira, 18 de março de 2009

jenner augusto

Augusto, Jenner (1924 - 2003)


Biografia

Jenner Augusto da Silveira (Aracaju SE 1924 - Salvador BA 2003). Pintor, cartazista, ilustrador, desenhista, gravador. Reside em diversas cidades de Sergipe. Na cidade de Lagarto realiza cartazes para o cinema local. Em Laranjeiras, por volta de 1940, estuda a pintura de Horácio Hora. Volta a morar em Aracaju em 1944, quando se dedica à pintura e trabalha no comércio. Em 1949, realiza gratuitamente painéis, em estilo modernista, para a decoração do Bar Cacique. Em 1949, muda-se para Salvador, Bahia, e trabalha como assistente no ateliê de Mário Cravo Júnior. Nessa época, participa com Lygia Sampaio e Rubem Valentim da polêmica mostra Novos Artistas Baianos, realizada no Instituto Histórico e Geográfico da Bahia. Desenvolve na cidade alguns trabalhos plásticos sob encomenda, destacando-se o afresco Evolução do Homem, para o Centro Educacional Carneiro Ribeiro, realizado entre 1953 e 1954. Viaja ao Rio de Janeiro para expor individualmente, e conhece Candido Portinari e José Pancetti, que o recomendam à crítica e aos colecionadores. Conhece ainda James e Jorge Amado. Na década de 60, pinta constantemente o bairro de Alagados e paisagens de Salvador. Em 1966, recebe convite para inaugurar a mostra Baianos na Filadélfia. No ano seguinte, viaja por França, Itália, Holanda, Inglaterra e Bélgica, onde conhece Paul Delvaux. Nas viagens, faz anotações, estudos e desenhos, editando-os em um álbum, publicado em 1970. Ilustra o livro de Jorge Amado Tenda dos Milagres. Há pelo menos três livros sobre sua obra: Jenner: A Arte Moderna da Bahia, de Roberto Pontual, editado pela Editora Civilização Brasileira, Os Alagados de Jenner, um álbum com cinco serigrafias e texto de Adonias Filho, editado pela Ranulpho Editora de Arte, e um livro-álbum denominado Jenner, com reproduções de sua obra, em cores e preto-e-branco, desde os primeiros trabalhos, publicado pela Imprensa Oficial da Bahia.