São Jorge
Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal.
Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.
Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.
Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Oração a Sao Jorge
segunda-feira, 21 de abril de 2008
moda brecho
Após dois dias "batendo perna" atrás de brechós e bazares, a impressão que fica é a que, diferente das lojas convencionais e seu público específico, o comércio da moda de segunda mão é uma verdadeiras feira de estilos. Confira:
domingo, 20 de abril de 2008
Não tenha pressa
ela tem seu tempo de cair
e saciar a sede da terra;
não apresses o por do sol,
ele tem seu tempo de anunciar
o anoitecer até seu último raio ;
não apresses a tua alegria,
ela tem seu tempo para aprender
com a tua tristeza;
não apresses teu silêncio,
ele tem seu tempo de paz
após o barulho cessar,
não apresses teu amor,
ele tem seu tempo de semear
mesmo nos solos mais áridos
do teu coração;
Para refeltir e viver a vida melhor!! não apresses tua raiva,
ela tem seu tempo para
abrir-se nas águas mansas
da tua consciência;
não apresses o outro,
pois ele tem seu tempo
para florescer aos olhos
do Criador;
não apresses a ti mesmo,
pois precisas de tempo
para sentir a tua própria
evolução.
Beijos no coração....
Sem explicação
Quando o defensor torna_se agressor
O assassinato da menina Isabella Nardoni e a suspeita da Polícia Civil de que o crime tenha sido praticado pelo pai dela, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá, têm provocado manifestações de revolta exacerbadas por parte da população.
Na última sexta (18), cenas de centenas de pessoas agitadas, gritando palavras como "justiça" e "assassinos", voltaram a ganhar destaque na imprensa, quando o casal foi ao 9º DP (Carandiru), na zona norte de São Paulo, prestar depoimento. Algumas pessoas chegaram a incitar o linchamento do casal.
Assista às manifestações feitas em frente à delegacia
Segundo a polícia, a menina Isabella, 5, morreu após ser asfixiada, pela madrasta, e lançada do sexto andar, por seu pai, no último dia 29. A crueldade da ação inflamou a população e levou pessoas a acompanhar o caso de perto --fazendo plantão na porta da casa dos familiares dos acusados-- e a exigir punição.
| Rivaldo Gomes/18.abr.2008/Folha Imagem |
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| Pai e madrasta da menina Isabella precisaram de proteção policial para sair de casa, na última sexta, quando prestaram depoimento |
Para a psicanalista e professora da Faculdade de Educação da USP Lisandre Maria Castello Branco, o crime choca principalmente por romper com todos os conceitos de segurança que cercam as figuras do pai e da mãe. "Isabella era uma criança indefesa que talvez tenha sido brutalizada por quem deveria defendê-la."
Castello Branco ressalta que "qualquer um pode matar uma criança" e que os pais são as pessoas que mais têm poder sobre elas. Ela observa, porém, que, normalmente, os pais não fazem nada contra os filhos por entenderem que o papel deles é defender, e não atacar. "É normal ter o impulso de matar por raiva. Não fazemos isso por uma simples razão: a conseqüência é maior do que podemos suportar. É o peso da culpa, o medo de pagar pelo crime", afirma a psicanalista.
O psiquiatra Victor Palomo concorda e acrescenta que a hipótese diagnóstica mais provável para o autor do assassinato de Isabella é personalidade anti-social, ou seja, pessoa que não sente culpa.
"Chama atenção a brutalidade, a frieza, os requintes de crueldade usados por quem comete um crime como esse. O raciocínio leva a pensar, hipoteticamente, em alguém que não tem culpa. Uma pessoa anti-social comete quaisquer barbaridades, mas elas não ressoam na consciência com tratamento de culpa, mas sim como qualquer outro ato."
Palomo compara a reação da população contra os atuais suspeitos, Nardoni e Jatobá, aos antigos rituais de expiação do mal.
"Eu entendo que, quando acontece uma situação dessas, as pessoas projetam todo o mal que elas não podem ver nelas mesmas naqueles dois. Historicamente, sempre foi assim. Quando as prostitutas eram apedrejadas, quando os assassinos eram castigados em praça pública, o ritual coletivo servia como expiação do que havia de mal em cada indivíduo", explica Palomo.
O pai e a madrasta de Isabella foram indiciados por homicídio doloso (com intenção) triplamente qualificado. Na próxima terça-feira (22), o delegado Calixto Calil Filho deve pedir a prisão preventiva do casal.

