sábado, 31 de maio de 2008
Companhia
que nunca estamos sós,
que a cada momento renascemos para a vida e em cada
renascer brota a alegria de saber que existem pessoas
como você!Ser feliz não é apenas resumir a nossa vida
em bons momentos.Ser feliz é também curtir a vida ao
lado de pessoas que nos amam e nos fazem Felizes!
sexta-feira, 30 de maio de 2008
A magia do Olfato
Difícil encontrar no planeta alguém que não queira um cheiro para chamar de seu. Tanto – e há tanto tempo – que não seria exagero dizer: sem o advento do perfume, o mundo não teria sido o mesmo. Cleópatra, a maior bruxa da sedução de todos os tempos, talvez nem tivesse conquistado Júlio Cesar e Marco Antônio para se manter por tantos anos no poder se não fosse a “porção mágica” que ela mesma preparava a partir de óleos extraídos das flores de henna, açafrão, menta e zimbro. Napoleão, um dos mais celebrados “monarcas iluminados” do mundo, responsável por ter conquistado grande parte do continente europeu era tão viciado em perfume que certamente não teria a mesma auto-estima sem sua indefectível garrafinha de óleos de cheiro dentro da bota. Muito mais tarde, Marilyn Monroe talvez nem tivesse embalado tantos sonhos masculinos não fosse por um detalhe: as gotinhas de Channel nº 5 que a loura costumava usar no lugar da camisola para dormir. Aliás, deitar.
Especulações à parte, o fato é que a manipulação de aromas para a fabricação de óleos e incensos foi tão significativa para a humanidade que aparece em todos os tipos de registro histórico deixados pelas civilizações mais antigas, dos papiros egípcios à própria Bíblia. O frasco de vidro só entrou nessa história bem mais tarde, substituindo os recipientes de barro e resolvendo um problema enorme de conservação do precioso líquido. “Foi por volta de 200 a.C. a 300 a.C. que o frasco passou a ser utilizado”, conta a perfumista da brasileiríssima e contemporânea Natura, Verônica Kato.
Mas a essa altura, o aroma tinha papel incerto: meio sagrado, meio milagroso, meio sanitário em praticamente toda a Europa. Na falta de escova e pasta de dente, a mistura de determinadas ervas era usada como enxaguatório bucal. Mas também era aplicada sobre a pele, sobre roupas e até sobre móveis. Nessa época, surgiu na Alemanha uma combinação de alecrim, néroli, bergamota e limão que se prestava a todos os usos até então triviais para os ungüentos de ervas. E a muitos outros. Produzida na cidade de Colônia, a aqua mirabilis prometia a cura de todos os males, de dor de dente a peste. E não demorou a ser batizada de água-de-colônia.
Rebaixar o líquido milagroso à água-de-cheiro foi façanha de um dos mais famosos e perfumados conquistadores do mundo. No século 18, depois de invadir a Alemanha, Napoleão exigiu a receita de todos os remédios produzidos no país. E os fabricantes da famosa água terapêutica, que ocupavam o imóvel de número 4711 da Rua Glockengasse, em Colônia, decidiram mudar a estratégia comercial e a receita secreta. Em vez de cura, garantiriam só um cheirinho melhor aos muitos clientes. Ninguém ficou desapontado. Pelo contrário. E, de uma estação de trem para outra, o 4711 ganhou a popularidade que até hoje a mantém “com a receita original”, segundo a fabricante Muelhens GmbH e Co.KG, nas prateleiras mundo afora.
Foi numa daquelas viagens de trem, que um cangote desavisado revelou à França uma de suas maiores vocações: a fabricação de perfumes. E a partir do século 18, o mundo inteiro ficou muito mais cheiroso. Os franceses aprenderam tão rápido a fazer – e vender – perfumes que o país acabou ganhando o rótulo de berço da perfumaria internacional. Foi lá que surgiram nomes como Channel e Guerlain, responsáveis por algumas das fragrâncias mais famosas de todos os tempos, como o Channel nº 5, o mais fiel dos companheiros de travesseiro de Marilyn.
E foi lá também onde se definiram as bases da perfumaria moderna, como o uso de notas olfativas (ou seja, essências) florais, a exemplo da rosa, lavanda e alecrim, para mulheres, e cítricas ou amadeiradas, como âmbar, sândalo e limão, para homens. Atualmente, existem mais de duas mil notas em uso no mundo inteiro, segundo Verônica Kato, da Natura. Elas resultam numa média de 400 novos rótulos por ano, contra os 80 que eram lançados anualmente há apenas uma década.
“O desafio do perfumista é criar uma composição harmônica e exclusiva de notas de saída, responsáveis pela primeira sensação que o perfume causa, de corpo, ou seja, a base do perfume, e de fundo, aquelas que garantem a permanência do cheiro”, explica.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Arminio Pascual
Armínio de Moura Pascual (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1920 — Petrópolis, 31 de agosto de 2006) foi um pintor do Brasil, discípulo de Armando Viana e de Gerson de Azeredo Coutinho.
Foi professor da Sociedade Brasileira de Belas Artes e figurou em diversas coletivas no país e no exterior (Europa). Recebeu diversos prêmios. No Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, conquistou medalhas de bronze, prata, ouro e o prêmio de viagem ao estrangeiro. Expôs sua excelente pintura em várias cidades do mundo em mostras individuais. Tem trabalhos em vários museus, dentre eles no Museu Nacional de Belas Artes. Foi principalmente um paisagista.
A seu respeito escreveu Pietro Maria Bardi:[carece de fontes?]
- A excelência da paisagem coloca-o entre os melhores pintores contemporâneos do gênero. Paralelamente à paisagem, fixa cenas com melindrosas e ambiências das décadas de 20 e 30, repositórios da memória de infância. Mas no momento universal de uma paisagem que se essencializa, no ritmo das massas cromáticas que com sabedoria estruturam as composições, é que evidencia a mão do mestre.
Armínio Pascual recebeu o prêmio de viagem ao exterior no Salão Nacional de Belas Artes em 1971. Dez anos depois realizou uma individual na qual prestava contas da responsabilidade da láurea e de um tempo de ofício resultante do contato com os ambientes artísticos europeus. Surgia então um novo pintor, facilmente situado ao lado de um Sílvio Pinto, de um Bustamante Sá, todos principalmente paisagistas.
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Caminho dos vencedores
sempre traçado passo-a-passo
com muito esforço, suor e,muitas
vezes, com lágrimas.Sabemos
que a alegria da vitória compensa
qualquer sacrifício.Somente
pessoas corajosas,constantes e
decididas chegam ao fim.
A perseverança conquista a vitória“.
terça-feira, 27 de maio de 2008
Habeas Corpus
Habeas corpus, etimologicamente significa em latim "Que tenhas o teu corpo". A expressão completa é habeas corpus ad subjiciendum. É uma garantia constitucional em favor de quem sofre violência ou ameaça de constrangimento ilegal na sua liberdade de locomoção, por parte de autoridade legítima.
Sua origem remonta à Magna Carta libertatum, de 1215, imposta pelos nobres ao rei da Inglaterra com a exigência do controle legal da prisão de qualquer cidadão. Este controle era realizado sumariamente pelo juiz, que, ante os fatos apresentados, decidia de forma sumária acerca da legalidade da prisão. O writ de habeas corpus, em sua gênese, aproximava-se do próprio conceito do devido processo legal (due process of law). Sua utilização só foi restrita ao direito de locomoção dos indivíduos em 1679, através do Habeas Corpus Act.
[editar] O habeas corpus no Brasil
O instituto do habeas corpus chegou ao Brasil no Código de Processo Criminal do Império do Brasil, de 1832 (art. 340) e foi incluído no texto constitucional na Constituição Brasileira de 1891 (art. 72, prágrafo 22). Atualmente, está previsto no art. 5°, inciso LXVIII, da Constituição Brasileira de 1988: "conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder".
O habeas corpus pode ser liberatório, quando tem por escopo fazer cessar contrangimento ilegal, ou preventivo, quando tem por fim proteger o indivíduo contra contrangimento ilegal que esteja na iminência de sofrer. A ilegalidade da coação ocorrerá, por exemplo, quando não houver suporte probatório mínimo apto a ensejar legítima persecução penal (art. 648 do Código de Processo Penal Brasileiro).
O habeas corpus é um tipo de ação diferenciada de todas as outras, não só pelo motivo de estar garantida na Constituição Federal, mas sim porque, conforme já delineado, é garantia de direito à liberdade que é direito fundamental, e por tal motivo é ação que pode ser impetrada por qualquer pessoa, não sendo necessária a presença de advogado ou pessoa qualificada, nem tampouco de folha específica para se interpor tal procedimento.
Pode o H.C., como é mais conhecido, ser impetrado em folha de papel higiênico, com assinatura de pessoa semi-analfabeta, ou que não possua instrução para impetrar qualquer outro tipo de procedimento. Espera-se, no habeas corpus, que logo após a interposição do mesmo, seja a liminar concedida, fazendo com que a pessoa que está sendo privada de sua liberdade tenha-a de volta.
Esta liminar é pedido feito na interposição da ação.
É importante frisar, que como já se disse, ser a liberdade direito de suma importância e garantido em nossos Tribunais e Constituição, os tribunais o analisam com o maior rigor e agilidade para que nenhum dano à pessoa, que tem sua liberdade privada, muitas vezes, por atos que são absolutamente ilegais ou excessivos.
Importante ressaltar que a parte que interpõe a ação de habeas corpus não é a que está sendo vítima da privação de sua liberdade, via de regra e sim um terceiro que o faz de próprio punho. Como a ação de habeas corpus é de natureza informal, pois qualquer pessoa pode fazê-la, não é necessário que se apresente procuração da vítima para ter ajuizamento imediato. Ela tem caráter informal. Portanto, a ação tem características bem marcantes, a se ver:
- Privação de liberdade injusta;
- Direito de, ainda que preso por "justa causa", de responder o processo em liberdade.
[editar] Categorias
É mister se dizer que há dois tipos de habeas corpus. O preventivo é o habeas corpus propriamente dito. O primeiro ocorre quando alguém, ameaçado de ser privado de sua liberdade, interpõe-no para que tal direito não lhe seja agredido, isto é, antes de acontecer a privação de liberdade e, o segundo, quando já ocorreu a "prisão" e neste ato se pede a liberdade por estar causando ofensa ao direito constitucionalmente garantido.
Há que se salientar ainda, que para se ocorrer a possibilidade da impetração do H.C,. deve-se ter presente o "fumus boni juris", que vem a ser a fumaça do bom direito, ou, trocando em miúdos, a justiça e o "periculum im mora", que significa o perigo de se ocorrer dano irreparável, ou seja, se preventivo, o dano de se cometer uma ilegalidade, e se o H.C. propriamente dito, a ilegalidade do "paciente", que é o nome designado para pessoa privada de sua liberdade em H.C.
O que importa
Se eu me magôo e passo a odiar quem foi insensível comigo, esse problema é MEU, não do outro. O outro apenas não correspondeu às minhas expectativas, não deu o colo que eu achava que merecia, não foi o amigo que eu queria que tivesse sido. Ele foi ELE. EU é que queria que ele tivesse agido diferente. Então EU sou o responsável pelo que sinto.
Se eu espero determinada reação de alguém que não a tem (seja por egoísmo ou qualquer outra coisa) o problema é meu. EU é que construí expectativas. Por que é que alguém egoísta me atinge tanto? Por que é tão importante para mim que as pessoas se preocupem com os outros, que saibam se doar? No que é que isso me toca, me incomoda? Ninguém sabe o ponto certo de se doar e quanto vale a pena. É verdade... Às vezes, não vale. A gente se dá sem querer nada em troca. Por quanto tempo conseguimos encher copos de água para o outro enquanto morremos de sede? Não será essa atitude uma maneira de simplesmente alimentar o egoísmo do outro? É cômodo apenas receber...
Um caso gay
Eu perguntei pra ele: Importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: Sim, eu sou.
Ele disse: Fora da minha vida.
Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: Você é gay?
Eu perguntei pra ele: Importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: Sim, eu sou.
Ele disse: Está despedido!!!
Creio que ele se importava.
Meu amigo me perguntou: Você é gay?
Eu perguntei pra ele: Importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: Sim, eu sou.
Ele disse: Não me considere mais seu amigo!
Creio que ele se importava.
Meu companheiro me perguntou: Você me ama?
Eu perguntei pra ele: Importa?
Ele disse: Não, não realmente...
Eu disse pra ele: Sim, eu te amo.
Ele disse: Deixa-me te abraçar.
Pela primeira vez na minha vida, algo importava.
Deus me perguntou: Você se aceita?
Eu perguntei pra Ele: Importa?
Ele disse: Sim...
Eu disse pra Ele: Como posso me aceitar, se sou gay?
Ele disse: Porque é assim que eu te fiz.
Desde então só isso me importa.
segunda-feira, 26 de maio de 2008
rejuvenescer
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Oração a Sao Jorge
Intrépido e vencedor...
Abra os meus caminhos, ajuda-me a conseguir um bom emprego.
Faça com que eu seja bem visto por todos: pelos superiores, colegas e subordinados.
E que a paz, o amor e a harmonia estejam sempre presentes no meu coração, na minha casa e no serviço.
Vele por mim e pelos meus, protegendo-nos sempre, abrindo e iluminando os nossos caminhos.
E faça com que eu seja sempre um mensageiro da paz, do amor e da harmonia.
Saudades
É quando o amor ainda não foi embora,
Mas o amado já...
Saudade é amar um passado
Que ainda não passou,
É recusar um presente que nos machuca,
É não ver o futuro que nos convida...
Saudade é sentir que existe
O que não existe mais...
Saudade é o inferno dos que perderam,
É a dor dos que ficaram para trás,
É o gosto de morte na boca dos que continuam...
Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
Aquela que nunca amou.
E esse é o maior dos sofrimentos:
Não ter por quem sentir saudades,
Passar pela vida e não viver.
O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.
Texto de Pablo Neruda
Voce merece ser feliz
Mas, por favor, não se compare com ninguém.
Entenda que você é único.
Lance seu desafio ao universo e diga: agora é minha vez!!!
Sua determinação é do tamanho da sua necessidade.
Uma estrada só se vence quando se dá o primeiro passo o sem olhar para a distância.
Faça coisas simples e de forma simples.
Não viva de aparências.
Seja você mesmo e se aceite.
Faça de cada dia, um novo dia de vitória.
Diga antes de levantar "bom dia" para a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo! (Olhe no espelho). Você está pronto para prosperar... E ser feliz, é a escolha que cabe a você nesse momento.
Faça você por merecer!
Agora é sua vez.
Texto de Ronaldo Magalhães de Souza Lima
Janelas da vida
Livre-se também do ranço amargo de toda mágoa e do rancor, faça uma boa limpeza na vidraça do coração, garanto que você enxergará melhor a vida lá fora.
Deixe a luz inundar tudo, apagar as marcas das decepções, as tristezas das derrotas e da mania de sofrer por sofrer e acima de tudo, permita que o sol derreta o gelo da solidão.
Apaixone-se por um sorriso e sorria junto, ilumine as janelinhas dos olhos... Ame a pessoa que o espelho reflete todas as manhãs.
Escancare a janela dos desejos e esbanje sonhos, ninguém sonha em vão, e também não é verdade que os sonhos fogem, as pessoas é que desistem, e eles morrem.
Desenhe um horizonte além da tua janela, exagere nas cores e... Faça florescer todos os campos que sua vista alcança. Vá além, muito além....
Abra a janela da vida e seja pleno em cada coisa ainda que pareça pequena. Viva com a espontaneidade de uma criança. Debruce na janela e não olhe a vida passar através dela... Viva!
Janelas da vida, de Lady Foppa
O sentido da vida
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
Se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita.
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja curta,
Nem longa demais
Mas que seja intensa
Verdadeira, pura.
Enquanto durar.
Texto de Cora coralina
Pra que serve um amigo?
| Pra que serve um amigo? | |
Coisas de Chaplin
sábado, 24 de maio de 2008
O importante é cativar
- É uma coisa muito esquecida - disse a raposa. - Significa "criar laços" . . .
- Criar laços?
- Exatamente - disse a raposa. - Tu não é ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para tí única no mundo . . . "
(Antoine de Saint-Exupéry - O Pequeno Príncipe
sonhe
que você tenha, sonhe muito e sempre!
Mesmo que seus sonhos não se realizem
exatamente como você desejou, saiba
que eles se concretizarão da maneira
que Deus entendeu ser melhor pra você.”
terça-feira, 20 de maio de 2008
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Pai e filho parte 1
Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado.
Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
'Querido Filho, estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio.
Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor, Seu Pai.'
Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
'PELO AMOR DE DEUS, Pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos'
Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo
Pai e filho parte 2
Esta foi a resposta:
'Pode plantar seu jardim agora, amado Pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento.'
Estratégia é tudo!!!
Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis.
Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.
'Ter problemas na vida é inevitável,
ser derrotado por eles é opcional'
segunda-feira, 12 de maio de 2008
O homem é sábio
1. Pirâmides do Egito
2. Taj Mahal
3. Grand Canyon
4. Canal de Panamá
5. Empire State Building
6. Basílica de St. Peter
7. A Grande Muralha da China
Ao recolher os votos, o professor notou que uma estudante não havia entregue sua folha. O professor perguntou se tinha problemas com sua lista.
- Sim. Eu não consigo fazer a lista...
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu: - Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1. tocar
2. sentir sabor
3. ver
4. ouvir
5. sentir
6. rir
7. e amar
A sala ficou em silêncio. É fácil olharmos as façanhas do homem, já que negligenciamos tudo o que Deus fez para nós. Que você possa se lembrar as coisas que são verdadeiramente maravilhosas
domingo, 11 de maio de 2008
Uma forma pra viver
Uma é acreditar que não existe milagre,
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
(Alberto Einstein)
quarta-feira, 7 de maio de 2008
Amigo
“Quantos amigos você tem?"
Uns dez ou vinte por quê?
Ele levantou-se com esforço e tristemente agitou a cabeça...
"Você é um garoto de sorte para ter tantos amigos...” disse ele.
Existe uma coisa que você não sabe,
Um amigo não é apenas alguém para quem você diz "olá"...
Um amigo é um ombro tenro no qual se chora suavemente...
Um poço para levantar seu espírito bem alto...
Um amigo é uma mão para te puxar para fora...
Da escuridão e desespero...
Quando todos os outros "supostos" amigos ajudaram a te colocar lá.
Um amigo verdadeiro é um aliado que não pode ser movido ou comprado...
Uma voz que deixa seu nome vivo quando outros o esquecem...
"E responda mais uma vez...
Quantos amigos você tem????"
E então ele se levantou e me olhou
Esperando a resposta...
Suavemente respondi:
“Se eu tiver sorte... Eu terei você
Pai monstro
Por 24 anos, Josef Fritzl levou uma vida dupla: na superfície, ele fazia o papel do homem de família honrado, enquanto no porão ele aprisionava e estuprava sua filha. Detalhes estão surgindo lentamente de como ele planejou este crime brutal
Jürgen Dahlkamp, Marion Kraske, Juliane Von Mittelstaedt, Sven Röbel, Mathieu Von Rohr
Em um dos dias mais felizes de sua vida, a pequena Lisa estava deitada em uma caixa de papelão diante da porta de uma casa em Amstetten, na Baixa Áustria. Ela pesava apenas 5,5 quilos e tinha 61 centímetros. A única outra coisa na caixa era uma carta. Não havia envelope e nem endereço do remetente, apenas a assinatura de "Elisabeth", uma filha que tinha desaparecido. "Queridos pais", ela escreveu com sua letra de mão delicada, feminina, "estou deixando com vocês minha pequena filha Lisa. Cuidem bem da minha menininha."
Era 19 de maio de 1993, e foi o dia mais feliz na vida da pequena Lisa Fritzl porque era a primeira vez que ela via a luz do dia. Ela tinha nascido quase nove meses antes.
A única luz que tinha visto desde o nascimento era a luz de um mundo subterrâneo, a luz fria, imutável e artificial de um porão. Era a única luz que sua mãe, Elisabeth, viu nos anos que antecederam o nascimento de Lisa, os anos em que o pai dela a manteve trancada naquele porão. Também foi a única luz que o irmão de Lisa, Michael, veria. Ele morreu no porão poucos dias após seu nascimento.
Pai monstro parte 1
No calabouço, seu pai disse a Elisabeth que ele usaria gás contra ela caso tentasse atacá-lo ou escapar. Sempre que ele deixava o porão, ele agia como se armasse um dispositivo perto da porta, como se estivesse ativando um sistema, como Elisabeth presumia. Mas talvez não fosse nada, exceto uma tentativa de intimidá-la.
Ela viveu em um quarto no porão até 1993. Fritzl aparentemente a visitava aproximadamente uma vez a cada três dias para levar comida -e estuprá-la. No início eram apenas os dois, mas posteriormente, após o nascimento de sua filha Kerstin, em 1988, e Stefan, em 1990, e Lisa, em 1992, Fritzl a estuprava na presença deles. Ele posteriormente adicionou um segundo quarto, e no mesmo ano ele criou espaço no porão para mais crianças ao levar Lisa -a menina na caixa de papelão- para cima.
Em defesa das autoridades de Amstetten, a carta que foi incluída com o bebê na caixa de papelão e que atualmente está anexada à sua documentação de adoção, era uma obra-prima de logro. "Vocês provavelmente ficarão chocados ao terem notícias minhas após todos estes anos, e ainda mais com uma verdadeira surpresa viva", escreveu Elisabeth, quase alegremente, apesar de estar escrevendo a carta de sua prisão de concreto. É claro, pelo menos um dos dois destinatários da carta não ficou chocado, já que foi quem ditou a carta. "Eu a amamentei por cerca de 6 meses e meio e agora ela bebe leite da garrafa. Ela é uma boa menina e come de tudo na colher." Era uma carta cheia de um senso de normalidade, e parecia apenas natural que Elisabeth pediria educadamente aos seus pais que nem tentassem encontrá-la. Era como se estivesse pedindo que respeitassem e tolerassem seu estilo de vida alternativo.
Novamente, as autoridades ficaram suficientemente impressionadas, nem mesmo se perguntando por que Elisabeth confiaria sua filha a pais dos quais teve necessidade de fugir. Em vez disso, o órgão de bem-estar do menor de Amstetten escreveu, cinco dias depois da aparição de Lisa à porta de Fritzl: "O sr. e sra. Fritzl se recuperaram do choque inicial. A família Fritzl está cuidando amorosamente de Lisa e deseja continuar cuidando dela". Em um ano os Fritzls adotaram Lisa. Mas a criança seguinte, Monika, de nove meses de idade, surgiu em seguida, em 16 de dezembro de 1994, logo após a meia-noite. Desta vez o novo bebê não foi deixado à porta em uma caixa de papelão, mas foi encontrado no carrinho de bebê de Lisa, na entrada da casa de Fritzl. O telefone tocou poucos minutos depois, e quando Rosemarie Fritzl respondeu, ela estava convencida de que era sua filha Elisabeth do outro lado da linha, pedindo para que cuidassem de sua filha. "Eu acabei de deixá-la à sua porta", disse a pessoa que ligou.
Rosemarie Fritzl estava em choque, não apenas por sua filha aparentemente ter entrado em contato de novo. A família tinha acabado de receber um número de telefone não listado. Como Elisabeth sabia o número? Ela falou para as autoridades de Amstetten sobre o número, e como era "completamente inexplicável", e seus comentários foram anotados nos autos. Mas havia uma explicação: Josef Fritzl. Ele não apenas sabia o número, como aparentemente usou uma gravação da voz de Elisabeth para fazer a ligação.
No calabouço, atrás de uma porta de metal reforçada com concreto que pesava 300 quilos, assim como uma porta de aço adicional, a vida prosseguia em seu ritmo normal: luzes acesas, luzes apagadas, luzes acesas, luzes apagadas, luzes acesas, estupro, luzes apagadas. Alexander nasceu em 1996 e, como Monika, foi enviado para cima e adotado pelos Fritzl. Seu irmão gêmeo Michael morreu logo após o parto. Elisabeth diz hoje que seu pai incinerou o corpo da criança em uma fornalha. O último filho, Felix, nasceu em 16 de dezembro de 2002. O menino teve que permanecer no calabouço com sua mãe e seus dois filhos mais velhos, Kerstin e Stefan. Sua esposa, Rosemarie, não tinha condições de cuidar de outra criança, Fritzl disse posteriormente para as autoridades durante seu interrogatório.
As quatro pessoas que foram forçadas a viver no porão sem janela por todos aqueles anos vegetavam como os únicos sobreviventes de um holocausto nuclear. Para eles, a especulação da Guerra Fria, sobre como seria para as pessoas que nunca poderiam sair novamente e voltar à superfície da Terra, era uma realidade.
Eles tinham um contato com o mundo exterior -por meio de um velho aparelho de TV. Era realidade, mas para as crianças que viviam no porão de Fritzl, era como assistir a um filme. Imagens de campinas, mosquitos e do sol poderiam muito bem ser parte de alguma fantasia da Terra do Nunca, porque aquelas crianças nunca sentiram o cheiro de uma campina, sentiram a coceira de uma picada de mosquito ou o calor do sol em sua pele. E os carros, espaçonaves, celulares e sabres de luz? Aquilo tudo não era apenas ficção científica?
Eles sabiam que chuva existia e que havia oceanos, mas sabiam destas coisas sem entendê-las ou experimentá-las. E apesar de Josef Fritzl não tê-los matado, ele ainda assim os privou de suas vidas.
Segundo a psiquiatra Haller, Fritzl era movido por um alto grau de narcisismo derivado de sua onipotência. Mas há também outra forma de narcisismo que poderia ser igualmente relevante neste caso. Como o narcisismo de um colecionador que compra pinturas roubadas para que possa tê-las para si mesmo, Fritzl manteve seus filhos nesta câmara. Cada vez que ia vê-los, para passar uma hora ou duas com eles, ou para levar alimentos e medicamentos à noite, ele conseguia reafirmar a exclusividade de sua propriedade, o que o tornava ainda mais sem igual.
Um dos aspectos mais incompreensíveis deste caso é que as crianças que viviam na parte de cima de sua vida dupla tiveram infâncias relativamente normais. Os Fritzl aparentemente não mediam esforços para "encorajar os filhos de muitas formas", confirmou o órgão de bem-estar social local em seus relatórios regulares. Elas eram expostas a "ginástica para crianças" e "livros e fitas-cassete da biblioteca municipal", escreveram os assistentes sociais, concluindo que os Fritzls "são muito amorosos com seus filhos".
Fritzl era sem dúvida rígido com seus filhos, mas não era destrutivo, talvez porque era sua esposa Rosemarie que cuidava das crianças. Quase todo dia, ela levava seus netos para suas aulas de música, onde Lisa aprendeu a tocar flauta e Monika e Alexander o trompete.
"Todos ficavam surpresos em quão forte ela era", diz um dos professores de música das crianças. Apenas em uma conversa, diz o homem, a voz dela embargou e lágrimas vieram aos olhos. Ela estava lhe contando sobre Elisabeth, sobre como tinha fugido e ingressado em uma seita, e sobre quanto sentia saudades da filha. Segundo o testemunho de Elisabeth, a mãe não sabia nada sobre seu cativeiro, nem esteve envolvida. Era apenas o pai, diz Elisabeth, quem lhe fornecia alimentos e roupas.
Pai monstro parte 2
A semana em que Rosemarie Fritzl se reencontrou com sua filha e perdeu seu marido começou com um choque no calabouço. Na noite de 18 de abril, a condição da filha mais velha de Elisabeth, Kerstin, 19 anos, se deteriorou rapidamente. Ela sempre foi doente, mas agora estava tendo cãibras e mordia seus lábios até sangrarem. Era uma infecção, não uma doença hereditária, mas ainda assim estava mortalmente doente. Elisabeth, a mãe, implorou que Fritzl levasse a menina a um hospital.
Fritzl cedeu. Teria sido por piedade, após tantos anos de crueldade? Ou talvez pelo pânico da idéia de ter que se livrar do corpo de uma mulher adulta? Seja qual tenha sido o motivo, Fritzl foi incapaz de carregá-la sozinho e Elisabeth teve que ajudar. Foi assim que, nas primeiras horas da madrugada de 19 de abril, uma mulher de 42 anos, que passou metade de sua vida no subterrâneo, viu a luz do dia pela primeira vez em muitos anos.
Foi por apenas poucos momentos antes de Elisabeth ser forçada a voltar para seu calabouço, onde ela passaria a última semana de seu cativeiro. Fritzl chamou uma ambulância. Ele teve que inventar outra história, mas desta vez não seria suficiente para salvar sua pele. O mundo acima e o mundo subterrâneo começavam a se aproximar, lentamente se tornando um, e independente de quanto Fritzl tentasse, ele não podia mais impedir o inevitável.
Naquela mesma manhã, às 10h37, a polícia recebeu um telefonema do hospital público de Mostviertel-Amstetten para informar a entrada de uma "pessoa do sexo feminino" misteriosa. A paciente não apresentava resposta e estava em estado crítico, e seus sintomas sugeriam ter sido altamente negligenciada. O homem que a acompanhava era um Josef Fritzl, de Ybbsstrasse, nº 40.
Fritzl, que tinha fornecido uma explicação à polícia, lhes disse que ouviu repentinamente barulhos na escada e que encontrou uma jovem apoiada, apaticamente, contra a parede no térreo. Ela carregava uma nota, Fritzl disse à polícia, na qual Elisabeth escrevia que a garota era sua filha Kerstin e que precisava urgentemente de cuidados médicos.
Os médicos não sabiam ao certo qual era o problema de Kerstin. Eles especulavam que podia ser epilepsia, ou talvez outra coisa. Incapazes de determinar o que havia de errado com ela a tempo, eles precisavam de mais informação -da mãe.
A polícia lançou uma grande investigação. O caso de Elisabeth Fritzl, que ainda estava oficialmente classificada como "desaparecida", foi reaberto. Josef Fritzl repetiu sua velha história sobre a seita, e então apresentou seu às na manga de costume: uma "nova" carta de sua filha supostamente perdida. Na carta, datada de janeiro de 2008, ela escreveu que seu filho Felix tinha adoecido em setembro, e que ele tinha ataques epiléticos e sintomas de paralisia, mas se recuperou. Kerstin, dizia a carta, também teve problemas de saúde, incluindo sintomas circulatórios e dores no peito. Mas, a carta prosseguia, Elisabeth, Stefan e Felix logo estariam em casa, e talvez até poderiam comemorar aniversários com Lisa e Kerstin.
A distração funcionou novamente -pela última vez- ou pelo menos deu a Fritzl mais tempo. A carta foi postada na cidade de Kematen an der Krems, a cerca de 70 quilômetros de Amstetten. Isso levou os investigadores a se concentrarem na cidade errada. Naturalmente, nenhum dos médicos que interrogaram nos arredores de Kematen tinha qualquer lembrança de uma mulher chamada Kerstin. A polícia ficou cada vez mais perplexa. Será que esta seita misteriosa existia?
Na manhã de segunda-feira, 21 de abril, o telefone tocou no escritório de Manfred Wohlfahrt, a autoridade encarregada de seitas na diocese de Saint-Pölten. A presença imediata de Wohlfahrt, que não foi consultado durante 24 anos, foi requisitada na delegacia de Amstetten. A polícia lhe mostrou a primeira carta de Elisabeth e a nota que Kerstin estava carregando. As cartas ofereciam quaisquer pistas de onde a mulher que as escreveu podia estar? O estilo e escolha de palavras sugeriam uma seita?
Wohlfahrt estudou as cartas azuis, escritas manualmente de forma que pareciam caligrafia, que foram reunidas em sentenças "estranhamente homogêneas, construídas e não muito autênticas". As cartas pareciam "ditadas", disse Wohlfahrt. Sua conclusão era de que não havia nenhuma evidência de seita, uma avaliação que chegou 24 anos tarde demais para Elisabeth Fritzl.
A situação começava a ficar cada vez mais difícil para Josef Fritzl. A televisão austríaca noticiou o caso. Até então, Fritzl era consistentemente caracterizado como um "pai desesperado", mas Elisabeth, em seu calabouço, também assistia a história. Ela soube que os médicos estavam à procura da mãe de Kerstin e que era uma questão de vida ou morte para a garota. No sábado, 26 de abril, Josef Fritzl, concluiu que só havia uma forma de salvar Kerstin e preservar sua história. Ele permitiu que sua filha desaparecida reaparecesse, desta vez definitivamente. Quando sua esposa Rosemarie e as outras crianças estavam fora de casa, ele retirou Elisabeth, Stefan e Felix do calabouço.
A polícia ainda não sabe ao certo o que aconteceu na casa durante as poucas horas que se seguiram. Teriam novos acordos sido acertados sobre o que Elisabeth diria, como explicaria os últimos 24 anos? A polícia recebeu um chamado do hospital naquela noite, para informar que indivíduos suspeitos visitaram Kerstin. Eles correram para o hospital, chegando a tempo de pegar Josef Fritzl e Elisabeth. Ambos foram levados para a delegacia de polícia onde foram interrogados separadamente. Elisabeth só se abriu após lhe ser assegurado que nunca teria que ver seu pai de novo e que seus filhos e sua mãe seriam protegidos.
No espaço de apenas duas horas, Elisabeth contou a história de seus 24 anos de cativeiro. Às 00h15, quando os oficiais completaram as três páginas de minutas do interrogatório, eles sabiam que seria o caso mais importante da vida deles.
Pai monstro parte 3
Mas o que ninguém pode prever é como a vida prosseguirá para Elisabeth Fritzl e seus filhos das sombras. O inspetor chefe Leopold Etz estava encarregado do esforço orquestrado para retirar Stefan e Felix da casa em Ybbsstrasse e levá-los para o hospital público. Ele diz que eles mal falam, exceto quando o pequeno Felix disse que era maravilhoso. O que era maravilhoso, o policial perguntou ao menino? Tudo, respondeu Felix.
E Elisabeth Fritzl, que deve ter sido estuprada milhares de vezes, e que suportou mais do que quaisquer um dos outros? Por 8.516 dias de sua vida, dia e noite foram substituídos pelo acender e apagar de uma luz artificial. Um dia era indistinguível do outro, e a passagem do tempo era reconhecível apenas pela natureza transitória da vida: seus filhos ficando mais velhos e seu próprio cabelo se tornando grisalho até, no dia de sua libertação, estar completamente branco.
É um milagre o fato de Elisabeth Fritzl não ter enlouquecido durante os 8.516 dias. "Eu raramente vejo uma mulher tão forte. Eu não me surpreenderia se ela tivesse poderes sobre-humanos", disse o diretor de medicina intensiva do hospital público de Amstetten, Albert Reiter, para o tablóide "Bild" na semana passada.
Os psicólogos estão familiarizados com o fenômeno do "inquebrável", de pessoas que são expostas a horrores impensáveis e, milagrosamente, saem aparentemente ilesas. São pessoas cujas vidas não são destruídas por uma desordem de estresse pós-traumático, que têm capacidade de se separarem dos horrores que sofreram, como se fossem espectadoras de seu próprio sofrimento.
Talvez Elisabeth Fritzl será forte o suficiente para salvar sua própria família, reunindo as duas metades que seu pai separou em dois mundos, e até mesmo lidar com a suspeita de que sua mãe, Rosemarie, ou talvez alguém de sua família pudesse saber de algo. Quem, a não ser Elisabeth, poderia sair deste abismo?
Testemunhas dizem que a primeira reunião da família sem Josef Fritzl, na clínica psiquiátrica em Amstetten, foi surpreendentemente alegre. Era um início -um dos muitos encontros que serão necessários após tanto tempo.
sábado, 3 de maio de 2008
Santo Antonio
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