quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

DELETE E ARQUIVE

Dentro de você, existem duas teclas poderosas, Delete e Arquive ... use-as com sabedoria!

Delete:
tudo aquilo que não valeu a pena, quem mentiu,
quem enganou seu coração, quem teve inveja,
quem tentou destruir você, quem usou máscaras,
quem nunca chegou a saber exatamente quem você é ...

Arquive:
as pessoas reais, ainda que virtuais, que cederam
carinho, tempo, palavras, conselhos, a mão, o coração.
Pessoas que, de um jeito ou de outro, ajudaram você
a ser um pouco melhor.
Lute por seus ideais

LOTUS E O SIGNIFICADO

Lótus é o símbolo da expansão espiritual, do sagrado, do puro.
A lenda budista relata que quando Siddhartha (Buda), tocou o solo e fez seus primeiros sete passos,
sete flores de lótus cresceram. É associada a Buda, por representar a pureza
emergindo imaculada de águas lodosas.
O botão da flor tem a forma de um coração, e suas pétalas não caem quando a flor morre, apenas secam.
Para os Chineses, o passado, o presente e o futuro estão simbolizados, respectivamente, pela flor seca, pela flor aberta e pela semente que irá germinar.
A flor de lótus é olhada com respeito e veneração pelos povos orientais.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

ART NOVEAU E ART DECO

Minha amiga a diferença fundamental é os estilo do Design e a época, Art Noveau 1900 Art Deco 1920 a 1939!!

Estilo artístico que se desenvolve entre 1890 e a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) na Europa e nos Estados Unidos, espalhando-se para o resto do mundo, e que interessa mais de perto às artes aplicadas: arquitetura, artes decorativas, design, artes gráficas, mobiliário e outras.

O termo tem origem na galeria parisiense L'Art Nouveau, aberta em 1895 pelo comerciante de arte e colecionador Siegfried Bing. O projeto de redecoração da casa de Bing por arquitetos e designers modernos é apresentado na Exposição Universal de Paris de 1900, Art Nouveau Bing, conferindo visibilidade e reconhecimento internacional ao movimento.

A designação modern style, amplamente utilizada na França, reflete as raízes inglesas do novo estilo ornamental. O movimento social e estético inglês Arts and Crafts, liderado por William Morris (1834 - 1896), está nas origens do art nouveau ao atenuar as fronteiras entre belas-artes e artesanato pela valorização dos ofícios e trabalhos manuais, e pela recuperação do ideal de produção coletiva, segundo o modelo das guildas medievais.

O art nouveau dialoga mais decididamente com a produção industrial em série. Os novos materiais do mundo moderno são amplamente utilizados (o ferro, o vidro e o cimento), assim como são valorizadas a lógica e a racionalidade das ciências e da engenharia. Nesse sentido, o estilo acompanha de perto os rastros da industrialização e o fortalecimento da burguesia.

O art nouveau se insere no coração da sociedade moderna, reagindo ao historicismo da arte acadêmica do século XIX e ao sentimentalismo e expressões líricas dos românticos, e visa adaptar-se à vida cotidiana, às mudanças sociais e ao ritmo acelerado da vida moderna.

Mas sua adesão à lógica industrial e à sociedade de massas se dá pela subversão de certos princípios básicos à produção em série, que tende aos materiais industrializáveis e ao acabamento menos sofisticado. A "arte nova" revaloriza a beleza, colocando-a ao alcance de todos, pela articulação estreita entre arte e indústria.

Art Deco

O termo art déco, de origem francesa (abreviação de arts décoratifs), refere-se a um estilo decorativo que se afirma nas artes plásticas, artes aplicadas (design, mobiliário, decoração etc.) e arquitetura no entreguerras europeu.

O marco em que o "estilo anos 20" passa a ser pensado e nomeado é a Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas, realizada em Paris em 1925. O art déco liga-se na origem ao art nouveau.

Derivado da tradição de arte aplicada que remete à Inglaterra e ao Arts and Crafts Movement, o art nouveau explora as linhas sinuosas e assimétricas tendo como motivos fundamentais as formas vegetais e os ornamentos florais.

O padrão decorativo art déco segue outra direção: predominam as linhas retas ou circulares estilizadas, as formas geométricas e o design abstrato. Entre os motivos mais explorados estão os animais e as formas femininas.

Nesse sentido, é possível afirmar que o estilo "clean e puro" art déco dirige-se ao moderno e às vanguardas do começo do século XX, beneficiando-se de suas contribuições.

O cubismo, a abstração geométrica, o construtivismo e o futurismo deixam suas marcas na variada produção inscrita sob o "estilo 1925". O vocabulário moderno e modernista combina-se nos objetos e construções art déco com contribuições das artes hindu, asteca, egípcia e oriental, com inspiração no balé russo de Diaguilev, no Esprit Nouveau de Le Courbusier (1887 - 1965) e com a reafirmação do "bom gosto" estabelecido pela Companhia de Arte Francesa (1918).


O nome genérico de Art Déco tem sido usado de um modo não muito rigoroso. Concretamente, designa uma estética facilmente identificável, associada à arquitectura e ao design, que nos remete para uma época difusa. Indubitavelmente está ligada ao american way of life...

Mas na verdade esta designação foi atribuída a posteriori em referência à Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais ocorrida em Paris em 1925, onde se apresentou o que de melhor então se produzia no domínio dos objectos utilitários domésticos.

Este foi, inicialmente, um estilo meramente decorativo destinado exclusivamente às artes aplicadas, também chamadas "artes da casa" e por isso a classe média, sua principal consumidora, o acolheu tão bem.

Alexandre Flaming Almeida Calado é antiquario e faz avaliaçoes de espolio.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

SEM PRECONCEITOS

Roy e Silo, dois pingüins nativos da Antártida, se encontraram, em 1998, num tanque do zoológico Central Park, em Nova York. Tão logo se viram, começaram a se exibir um para o outro. Primeiro se empoleiraram numas pedras, de onde mergulhavam na água. Depois se aproximaram, enroscaram os pescoços, emitiram grunhidos e acasalaram. Por fim, construíram um ninho e, juntos, esperaram pelo ovo que nunca viria: afinal, ambos são machos.

O zelador do zoológico, Robert Gramzay, assistiu a tudo com curiosidade. E resolveu ajudar a dupla, roubando um ovo de um verdadeiro casal de pingüins heterossexual, que não estava conseguindo chocá-lo. Gramzay o colocou no ninho de Roy e Silo, que se alternaram na tarefa de aquecer a futura cria debaixo de seus ventres gordos, até que depois de 34 dias, o filhote rompeu a casca e enxergou pela primeira vez o mundo. Era uma fêmea cinza e penugenta, que recebeu aconchego e alimento com a mesma dedicação observada em duplas formadas por machos e fêmeas.

Os pesquisadores estão descobrindo que este tipo de casal, constituído por indivíduos do mesmo sexo, é surpreendentemente comum no reino animal. Roy e Silo pertencem a uma das cerca de 1.500 espécies de animais já observadas, em que há evidências de homossexualidade, seja no ambiente selvagem, seja em cativeiro. Alguns estudos indicam ainda que essas relações podem acontecer tanto entre machos, como entre fêmeas, jovens e idosos, espécies de hábitos solitários ou sociais, e em todos os níveis da escala evolutiva animal: de insetos a mamíferos.

Mas, ao contrário do que fazemos em relação às pessoas, não podemos dizer com certeza que esses bichos são gays, pois um animal que participa de uma prática homossexual não necessariamente evita relações heterossexuais. Tudo indica, aliás, que relações entre indivíduos do mesmo sexo sejam algo esperado na vida em sociedade de várias espécies, embora não haja sujeitos estritamente gays. Muitos deles poderiam ser classificados, portanto, como bissexuais. “Para os animais não existe identidade sexual. Eles só se importam com o sexo”, diz o sociólogo Eric Anderson da Universidade de Bath, Reino Unido.

O estudo das relações homossexuais em diversas espécies pode elucidar as origens evolutivas desse comportamento. Pesquisadores estão revelando, por exemplo, que os indivíduos podem se unir a outros do mesmo sexo para dissipar tensões sociais, proteger seus filhotes, manter a fertilidade quando parceiros do sexo oposto são escassos – ou simplesmente porque é divertido. Essas observações sugerem, para alguns, que a bissexualidade é natural entre animais e, possivelmente também para o Homo sapiens. “As categorias gay e heterossexual são construídas social e culturalmente pelos seres humanos”,